Mulheres na Computação: quem está preocupado?

Esse é um artigo que escrevi para o site Mulheres na Tecnologia. Mulheres, conectem-se lá!

Mulheres na Computação: quem está preocupado?

Em uma avaliação simples, as mulheres hoje representam apenas 10% dos cursos de Ciência da Computação do país. O intrigante é que nem sempre foi assim.
Antes da década de 20, nos primórdios da Computação, a área era predominantemente liderada por mulheres. Na década de 90, as mulheres representavam 50% dos cursos de graduação em Ciência da Computação no Brasil. De lá para cá, esse número caiu gradativamente. Os dados do gráfico mostram um exemplo de como a porcentagem de mulheres no curso de Computação caiu nos últimos anos.

E por quê? Certamente a proximidade dos cursos de TI às ciências exatas, área tipicamente masculina, têm afastado as mulheres. Em algumas universidades, os cursos de Ciência da Computação eram mais separados da engenharia. Hoje são comuns profissões como Engenharia da Computação, Engenharia de Sistemas ou Engenharia de Software.

Quem está preocupado?

E daí que há poucas mulheres? Várias organizações demonstram preocupação com o assunto e atuam diretamente na tentativa de mudar o quadro. A Sociedade Brasileira de Computação já promoveu workshops para discutir estratégias para aumentar a participação de mulheres em TI no Brasil.
A IBM conecta-se diretamente a professores de universidades brasileiras, pedindo que incentivem a participação das mulheres nos cursos. A IBM já criou inclusive “Conselhos de Mulheres” dentro da empresa, inclusive no Brasil, com grandes iniciativas.
Google e Microsoft promovem concursos e eventos para premiar exemplos de mulheres na tecnologia, no Brasil e no mundo.
O Institudo Anita Borg, fundado em 1997, é o principal órgão com a missão de aumentar o impacto de mulheres na tecnologia e da tecnologia na vida das mulheres. O Instituto é referência mundial, respeitado pela seriedade e tem como parceiras as principais empresas de tecnologia do mundo: Microsoft, Google, Facebook, Apple, IBM, HP, Intel, Amazon, Yahoo, Motorola, dentre outras.

Tais organizações acreditam que a diversidade dos seus recursos humanos é ingrediente fundamental para construir tecnologias melhores. E para atingir tal diversidade, é preciso resolver o problema da baixa presença feminina na tecnologia.
Estão todos interessados em um único objetivo: como atrair mais mulheres para a Computação?

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